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21 de março de 2016

SINAIS DE QUE VOCÊ É UM MICROGESTOR

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Bem, mas o que é microgestor?
De acordo com o dicionário Merriam-Webster, é aquele que pratica a microgestão.
Então, vamos ao termo; vem do verbo microgerir, que significa: “tentar controlar ou gerenciar todas as pequenas partes de alguma coisa, tal como uma atividade, de um modo geralmente indesejado e que causa problemas”.

Ao invés de dar instruções gerais sobre pequenas tarefas a então dedicar seu tempo supervisionando grandes questões, o microgerente monitora e avalia cada etapa de um processo de negócio e evita a delegação de decisões. Os microgerentes geralmente ficam irritados quando um subordinado ou parceiro toma decisões sem consultá-los, mesmo se as decisões estão totalmente dentro do nível de autoridade do subordinado ou parceiro.

Com certeza, ninguém gosta de ser microgerenciado. É frustrante, desmoralizante e desmotivador. Contudo alguns gerentes não dão conta de mudar. Lidar com um chefe/parceiro controlador, que não confia em você, é duro, mas e se for você a pessoa praticando a microgestão?

Se você for como a maioria dos microgestores, provavelmente nem sabe disto. Mas tem uma maneira de saber, porque alguns sinais são claros:

  • Você nunca se sente suficientemente satisfeito com o atendimento das demandas;
  • Com frequência se sente frustrado, porque teria executado a tarefa de uma maneira diferente;
  • Você vai fundo nos detalhes e se orgulha e/ou tomas as dores ao fazer correções;
  • Constantemente precisa saber onde seus membros da equipe estão e no que eles estão trabalhando para você;
  • Pede informações frequentes sobre como as coisas estão;
  • Quer ser copiado em todos os emails, mas nem sempre deseja que copiem outros.

Vamos encarar a situação. Prestar atenção aos detalhes e certificar-se de que o trabalho está sendo feito é importante. A questão é: você precisa parar de microgerenciar!
O que fazer, então, se você quiser parar? Aqui estão quatro estratégias para ajudar:

  1. Supere-se. Todos nós conseguimos racionalizar sobre o porque fazemos o que fazemos e esta verdade também se aplica aos microgestores. Vejam – no quadro acima – algumas desculpas que microgestores crônicos dão e o que elas realmente significam.
  2. Desapegue. A diferença entre gerir e microgerir é o “foco” no micro. Pode ser difícil mudar, mas o segredo está em fazer isso pouco a pouco. Faça uma lista de prioridades e marque aquelas que verdadeiramente agreguem algum valor. Assim você garante em que está gastando sua energia.
  3. Forneça o “O Que” e não o “Como”. Não há nada de errado em se criar uma expectativa quanto a uma demanda. Quando estiver em dúvida, compartilhe o “O que” e pergunte à pessoa (em vez de dizer) como ela pretende chegar lá. Você vai se surpreender com o fato de que uma abordagem, embora diferente, consiga angariar excelente resultados.
  4. Esperar ganhar (na maioria das vezes). Por trás de sua necessidade de microgerenciar está o medo do fracasso. Fomente o acerto, não o erro. Com o tempo, você vai perceber que uma pequena perda agora pode auxiliar a construir um forte histórico a longo prazo.

Pense: ninguém quer ser o microgerido e, muito menos, o abominável microgestor.

 

Fontes: Muriel Maignan Wilkins, Harvard Business Review e Merriam-Webster Dictionary.
Tradução e compilação: Zauber Mello, Coach e sócio-diretor da Garden Consultoria e Marketing

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